A preocupação com o que veríamos e/ou seríamos no pós-pandemia já estava anunciada. Nos últimos dias, notícias sobre adolescentes com quadro de ansiedade 🤯 numa escola em Recife convocaram todos a olhar para a fragilidade atual da saúde mental de muitos adolescentes.
De acordo com um resumo científico divulgado em março/2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia “afetou a saúde mental de jovens, que correm um risco desproporcional de comportamentos suicidas e automutilação”.
Um relatório conjunto da UNICEF em parceria com a UNESCO e o Banco Mundial destaca que menos da metade dos países está implementando estratégias para que as crianças recuperem a aprendizagem 📖 👥perdida.
Convivendo com adolescentes diariamente, percebo que o pedido de ajuda aparece de várias formas:
😥”Ainda não consegui me organizar”;
😢”São muitas coisas pra fazer e eu não consigo”;
😢”Eu me esforço e não adianta nada”;
😢”Não consigo fazer amizade”;
😢”Fico isolada de todo mundo”;
😢”Eu preferia o online do que voltar pra escola”.
Não é bobagem. É coisa séria.
Quem aqui tem vivido ou visto isso acontecer?




