Emojis e interações on-line

Há algum tempo⏳, nossos diálogos não são apenas presenciais. Muitos são mediados: pela tecnologia, pelos telefones, por dispositivos móveis (celulares, smartphones, relógios), pelas linguagens e sistemas de comunicação constantemente criadas por nós.

Justamente aí entram os emojis.
😍🙏💍🙋‍♂️🤯😊😘💩👍🙈

Todo mundo usa. E sem o apoio da entonação, dos gestos ou das expressões faciais, todo mundo interpreta o que o “outro quer dizer com aquele desenho”.🤷‍♀️🤷‍♂️

Na terapia com adolescentes e adultos, eles estão sempre lá: “ele/a me mandou uma carinha piscando o olho e soltando coração😘”, “mandou aquele coração que fica grande e piscando❤”, “só mandou o polegar do desprezo👍”, “na mensagem pra ela, mandou várias carinhas, e pra mim só mandou uma”.

É claro que o contexto ajuda na interpretação de todas as imagens. Mas ainda assim acontecem equívocos, desentendimentos😤, desconfiança, insegurança.

E aí, lá vem: “Não foi isso que eu quis dizer! (aliás, enviar, desenhar, sei lá)”, “O bonequinho que eu mandei não quer dizer isso que você está pensando, não!”.

Ou também vem o silêncio, o não dito. E não se fala mais sobre isso🤐.

O fato é que cada um interpreta 🤔a partir do que conhece do outro, mas também a partir das próprias experiências, expectativas e projeções. Às vezes, se fala sobre o outro com TANTA certeza, que mata qualquer possibilidade de não ser exatamente isso que se pensa.

No trabalho terapêutico, algumas vezes, é preciso falar💬 sobre o significado dos emojis, questionar ❓algumas certezas, mudar de perspectiva e olhar para interpretação que é dada. Interpretação que é sua, e de mais ninguém.

Quando a pessoa se conhece mais💡, olha para os seus sentimentos, suas dores e percebe o que está por trás da interpretação que é dada, fica mais fácil separar o que é seu do que é do outro.

A psicoterapia é libertadora 😍

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Formação e Supervisão

Encontros, rodas de conversa e palestras sobre temas relacionados à Infância, Adolescência, Desenvolvimento, Educação, Escola, Psicologia escolar, Escolha profissional e Psicanálise.

Supervisão para profissionais em Psicologia Clínica (Psicanálise) e Psicologia Escolar.

Orientação Parental​

Escuta e orientação especializadas a pais e/ou responsáveis por adolescentes em temas que atravessam os adolescentes, jovens e suas famílias (relacionamento familiar, relacionamento com os pares, relação com a tecnologia, ansiedade, autoimagem, autoestima, autonomia, disciplina, educação, independência, sexualidade, escolha profissional dentre outros). Ocorre, no mínimo, em duas sessões, e podem repetir-se regularmente.

Orientação Profissional (vocacional)

Suporte especializado para adolescentes e jovens tomarem suas decisões em relação à escolha profissional.

A OP ocorre em 10 sessões, em média. Com o trabalho, o jovem amplia o conhecimento sobre si próprio (aptidões, interesses, habilidades, valores, influências familiares), informa-se sobre as profissões, as carreiras e o mercado de trabalho (o que faz, a rotina, o percurso de formação), entende seu propósito de vida e inicia seu projeto de vida inicial (estabelecimento de objetivos e ações práticas). Todo este percurso capacita o orientando a fazer uma escolha mais madura, consciente e responsável.

Psicoterapia individual

Tratamento com os objetivos de apoiar o paciente em seu desenvolvimento, promover saúde mental e proporcionar condições para o enfrentamento de conflitos e de questões de ordem psíquica e emocional. Ela ocorre na modalidade presencial e/ou on-line.

A psicoterapia é um tratamento de médio a longo prazo. São necessários o estabelecimento de vínculo terapêutico, tempo, técnica e investimento afetivo do sujeito.

Na psicoterapia infantil, lança-se mão de recursos lúdicos que possibilitam a expressão da criança nas mais diversas formas. Para o adolescente, há também recursos apropriados para a faixa etária e necessidade.