A presença nas redes sociais parece conferir ✔️a existência ou inexistência das pessoas.
Quem aqui passou muito tempo sem se lembrar de alguém até que sua foto aparecesse no feed? Ou quem se perguntou por alguém e digitou o nome para pesquisar? E quem se surpreendeu com o fato dele/a não ter rede social? (Como assim “não tem”?!👽 🌎 Essa pessoa existe?!)
O ponto aqui ⚠️não é ter rede social, mas olhar para a relação que estabelecemos com nós mesmos e com os outros a partir dela.
Redes sociais parecem funcionar como termômetro 🌡 sobre “quem sou” e “o quanto existo” para o outro. Onde existo no olhar do outro, qual é o meu lugar na admiração do outro… Curtidas 👍🏼 ❤️ que são lidas como reconhecimento, aceitação e amor. E a falta delas como “geradora” de tristeza.
Há um grande desafio de saber de si por si: conhecer os seus limites, compreender: o que os likes provocam em cada um, para qual necessidade (atendida ou não atendida) aponta, onde aquilo toca em cada um. E, sobretudo, estar advertido de que:
✨É possível ser mais do que um “caça like”;
✨A existência não se define pelo número de curtidas.
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